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Home INSS

Como pagar o INSS estando desempregado

Descubra como continuar pagando o INSS mesmo desempregado, garantindo seus benefícios previdenciários. Saiba tudo sobre contribuições facultativas, tipos de alíquotas e prazos de pagamento.

Isabelli Ferreira por Isabelli Ferreira
1 de agosto de 2024, 10:49h
em INSS
Descubra como continuar pagando o INSS mesmo desempregado, garantindo seus benefícios previdenciários.

Descubra como continuar pagando o INSS mesmo desempregado, garantindo seus benefícios previdenciários.

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A contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é fundamental para garantir a proteção social dos trabalhadores no Brasil. No entanto, períodos de desemprego podem gerar incertezas sobre como manter essas contribuições em dia. Felizmente, o sistema previdenciário brasileiro oferece alternativas para que as pessoas continuem contribuindo ao INSS mesmo quando estão sem emprego formal. A seguir, vamos explorar como é possível realizar essas contribuições, as opções disponíveis, os benefícios assegurados, e as implicações de não contribuir durante períodos de inatividade profissional.

A Importância da Contribuição ao INSS

Antes de abordar como contribuir ao INSS estando desempregado, é importante entender por que essas contribuições são essenciais. O INSS é responsável pela gestão da Previdência Social, que oferece uma série de benefícios aos trabalhadores brasileiros, como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, e pensão por morte, entre outros.

Esses benefícios são fundamentais para garantir a segurança econômica dos trabalhadores e suas famílias em momentos de necessidade. A continuidade das contribuições, mesmo durante o desemprego, assegura que o trabalhador continue acumulando tempo de contribuição para a aposentadoria e mantendo o direito a outros benefícios, como o auxílio-doença.

Contribuinte Facultativo: Uma Opção para o Desempregado

Para aqueles que estão desempregados, a figura do segurado facultativo é a principal alternativa para continuar contribuindo ao INSS. O segurado facultativo é a pessoa que não exerce atividade remunerada que a obrigue a contribuir para a Previdência Social, mas opta por fazê-lo de forma voluntária. Isso inclui donas de casa, estudantes, e aqueles que estão temporariamente fora do mercado de trabalho.

Inscrição como Segurado Facultativo

O primeiro passo para contribuir como segurado facultativo é verificar se você já possui um Número de Identificação do Trabalhador (NIT) ou PIS/PASEP, que é necessário para fazer as contribuições. Se você já trabalhou formalmente em algum momento, provavelmente já possui esse número. Caso não tenha, é possível se inscrever facilmente pela internet, acessando o site do Meu INSS, ou através do telefone 135.

Uma vez inscrito, é possível começar a fazer as contribuições mensais, escolhendo entre diferentes planos de contribuição que serão detalhados a seguir.

Tipos de Contribuição

Ao se tornar um contribuinte facultativo, você pode escolher entre dois principais tipos de alíquotas de contribuição, cada uma com suas características e implicações para os benefícios futuros:

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  1. Plano Simplificado (11% sobre o salário mínimo)

O Plano Simplificado é a opção mais acessível e geralmente escolhida por aqueles que querem manter suas contribuições ao INSS durante o desemprego sem comprometer uma grande parte de sua renda. Nessa modalidade, o segurado facultativo contribui com 11% do salário mínimo vigente. Por exemplo, se o salário mínimo em 2024 for de R$ 1.320, a contribuição mensal seria de R$ 145,20.

Esse plano oferece acesso à maioria dos benefícios do INSS, como auxílio-doença, salário-maternidade, e aposentadoria por idade, mas não permite a aposentadoria por tempo de contribuição. Essa limitação é importante para quem planeja se aposentar mais cedo, contando com o tempo de contribuição.

  1. Alíquota Completa (20% sobre a renda declarada)

Para aqueles que desejam ter acesso a todos os benefícios, incluindo a aposentadoria por tempo de contribuição, a Alíquota Completa é a melhor opção. Nesta modalidade, o segurado facultativo contribui com 20% do valor que ele declara como base de contribuição, respeitando os limites do piso (salário mínimo) e do teto previdenciário (que em 2024 é de cerca de R$ 7.507,49).

Essa opção é mais onerosa, mas permite que o segurado alcance a aposentadoria por tempo de contribuição, uma vantagem significativa para aqueles que desejam se aposentar antes da idade mínima estabelecida para a aposentadoria por idade.

Cálculo e Pagamento da Contribuição

Depois de escolher o plano de contribuição mais adequado, o próximo passo é calcular o valor da contribuição e efetuar o pagamento. Vamos detalhar como fazer isso para cada tipo de contribuição.

Cálculo da Contribuição

  • Plano Simplificado: Como mencionado, neste plano a contribuição é de 11% do salário mínimo. Para calcular, basta multiplicar o valor do salário mínimo pelo percentual de 11%.
  • Alíquota Completa: Para aqueles que optam por essa modalidade, é necessário definir um valor de renda que servirá como base de cálculo. A contribuição será de 20% desse valor. Por exemplo, se você escolher declarar um rendimento de R$ 2.000, a contribuição mensal será de R$ 400.

Preenchimento da GPS

A Guia da Previdência Social (GPS) é o documento necessário para realizar o pagamento. A GPS pode ser gerada online através do site do Meu INSS ou diretamente no Sistema de Acréscimos Legais (SAL). É essencial preencher a GPS com os códigos corretos para garantir que a contribuição seja registrada corretamente:

  • 1473: Para quem opta pelo Plano Simplificado (11%).
  • 1406: Para quem opta pela Alíquota Completa (20%).

Local de Pagamento

Após gerar a GPS, o pagamento pode ser efetuado em qualquer agência bancária, casas lotéricas, ou através de canais eletrônicos (internet banking, aplicativos de celular) dos bancos.

Prazo de Pagamento

As contribuições ao INSS devem ser pagas até o dia 15 do mês seguinte ao da competência. Por exemplo, a contribuição referente ao mês de janeiro deve ser paga até o dia 15 de fevereiro. Se o dia 15 cair em um fim de semana ou feriado, o prazo é automaticamente prorrogado para o próximo dia útil.

Implicações de Não Contribuir Durante o Desemprego

Embora seja possível parar de contribuir ao INSS durante o desemprego, essa decisão tem implicações significativas. O principal impacto é a interrupção do tempo de contribuição, que pode atrasar o acesso a benefícios como aposentadoria e auxílio-doença. Além disso, se o período sem contribuição for muito longo, o segurado pode perder a qualidade de segurado, ou seja, os direitos a benefícios previdenciários podem ser temporariamente suspensos até que as contribuições sejam retomadas.

Perda da Qualidade de Segurado

A qualidade de segurado é mantida por um período mesmo após a interrupção das contribuições, conhecido como período de graça. Esse período varia conforme a situação do segurado:

  • Até 12 meses: para quem deixou de contribuir.
  • Até 24 meses: para quem contribuiu por mais de 120 meses (10 anos) sem interrupções.
  • Até 36 meses: para quem estava desempregado e registrado no SINE ou em outro órgão do Ministério do Trabalho.

Passado o período de graça, se as contribuições não forem retomadas, o segurado perde o direito a benefícios como auxílio-doença e salário-maternidade até que volte a contribuir e recupere a qualidade de segurado.

Você pode continuar pagando o INSS mesmo desempregado, garantindo seus benefícios previdenciários!
Você pode continuar pagando o INSS mesmo desempregado, garantindo seus benefícios previdenciários!

Conclusão

Manter as contribuições ao INSS durante períodos de desemprego é uma decisão prudente que pode proteger o trabalhador de eventuais adversidades no futuro. A opção de se tornar um segurado facultativo permite que as pessoas continuem assegurando seus direitos previdenciários de forma flexível e acessível, ajustando o valor da contribuição conforme suas condições financeiras.

Seja através do Plano Simplificado ou da Alíquota Completa, o importante é garantir a continuidade das contribuições para não comprometer o tempo de contribuição acumulado e os benefícios futuros. Dessa forma, mesmo em momentos de incerteza, como o desemprego, o trabalhador continua amparado pelo sistema previdenciário, preservando sua segurança e bem-estar a longo prazo.

Tags: Pagar o INSS desempregado
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Isabelli Ferreira

Isabelli Ferreira

Graduanda em LETRAS Vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Redatora grupo Sena Online

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